Já há algum tempo venho percebendo que não faço uma boa digestão de leite.
Lendo um pouco sobre isso e na minha ida ao médico descobri que sou "alérgica" à lactose.
Melhor dizendo: tenho intolerância à lactose!! E já se passaram muitos anos com distúrbios gástricos que me deixavam insegura, com cólicas e de mal humor.
Agora que fiz a opção ser vegetariana, comecei a buscar receitas com carne de soja e descobri um site muito bacana que traz algumas informações sobre a intolerância à lactose.
http://www.semlactose.com/index.php/2010/05/03/almondegas-de-soja/
Mais tarde vou postar um livro de receitas com todas as delícias testadas por mim e apovadas pelos gatos aqui de casa (Victor e João).
Paz e luz!!
quarta-feira, 13 de julho de 2011
sexta-feira, 8 de julho de 2011
livro vivo
Boa noite amigos e amigas
Li este postagem sobre o livro e não resisti de colocar aqui p/vcs.Como o livro pode se tornar mais próximo de nós: interativo e constantemente atualizado?
Uma muito bemcolocada análise do livro by Carlos Nepomuceno
bjks
Bem-vindo ao mundo do livro vivo!
Por Carlos NepomucenoData de Publicação: 29 de Junho de 2011
É falsa a expressão "futuro do livro, da TV, do rádio"; mais adequada: "futuro da circulação de ideias" - Nepô, da safra 2011
Estamos passando uma fase difícil, resistindo ao novo século que chega cheio de sangue novo.
Todos falam da preservação do livro, do rádio, da televisão, do jornal impresso.
Outro dia em uma palestra sobre rádio foi me subindo uma raiva e saiu uma frase:
"Ideias sonoras, saiam desse corpo que não te pertence (rádio)!". :)
O ser humano precisa de significado.
Para tal, procura desenvolver canais de distribuição de ideias, seja por áudio, áudio e imagens e textos - os mais flexíveis e baratos que tiver as mãos.
Vamos sempre - enquanto formos humanos - precisar de ideias circulando em mídias disponíveis, as mais flexíveis e baratas que tivermos.
Ponto.
Existe os fetiches do antigo. OK.
Tem gente que desfila com carros de 1910.
Ok, são raridades interessantes, mas não serão elas que vão resolver os problemas de transporte do novo século.
Mas isso já disse e não vou repetir.
Quero falar do conceito novo: o livro vivo.
Note que quando escrevia um texto, eu era obrigado a concluí-lo, fechá-lo, editá-lo para publicá-lo em um meio que ia ser distribuído para as pessoas.
Ao imprimir um livro o autor concluía uma etapa de sua obra.
E fechava aquelas ideias em um determinado ponto.
E todos passavam a ter contato com aquele documento fechado.
Não há como alterá-lo se houver um erro, se ele mudar de ideia, se quiser acrescentar algo, pois aquele corpo não te pertence mais.
Está distribuído na mão dos leitores, já era!
É um canal de distribuição fechado na ponta, sem possibilidade de alteração.
No próprio contrato das editoras, o autor dá a ela o direito de copiar e do acesso aquele material. Em muitos casos, só pode alterar e mexer com a autorização da editora.
Esse é o modelo que marca profundamente a sociedade, pois condiciona nossos cérebros a pensar a produção de ideias dessa forma (fechada, pronta, acabada, distribuída sem possibilidade de alterar, já está).
Penso --> Organizo --> Publico --> Distribuem --> Acessam
O que dá uma falsa impressão que aquele autor fechou o seu pensamento, algo sólido, como se ele não continuasse a pensar sobre aquele assunto e fosse mudando.
O meio condiciona.
Esse tipo de característica da tecnologia do livro, que molda todo o nosso pensamento contemporâneo, pois é o principal canal de ideias no mundo, nos colocou em um ambiente fechado de conhecimento, lento, ilusoriamente não-mutante e não-participativo.
Podemos dizer que um livro em papel, então, quando sai parte do autor é morta, enterrada naquelas páginas.
O que começamos a ter com a Internet é um outro movimento, no caso deste blog, por exemplo, ou dos novos livros eletrônicos, por exemplo.
Quando eu publico um post, ele é centralizado num local, do qual eu tenho controle sobre as mudanças.
As pessoas estão também descentralizadas, mas vêm ao mesmo ponto buscar o texto.
As pessoas de diferentes lugares, meios, regiões, não recebem mais uma cópia exclusiva, mas vêm até mim acessar um texto central, no qual o autor tem controle e pode alterá-lo, não passando por intermediários (editora).
O que me permite estar sempre atualizando a obra, caso queira.
Já aconteceu muitas vezes alguém me alertar para um erro, comentar um trecho, sugerir uma mudança e eu mudar.
(Não sou daqueles que marco as mudanças, pois não vejo necessidade, o texto é vivo, quem entra num dia vai ver a versão daquele texto, naquele dia, pois me representa melhor. O texto, acho eu, tem que representar o que o autor pensa agora!)
Obviamente, que isso nos leva à diversas discussões sobre memória, preservação, etc, mas tirando isso, o que estou falando é outra coisa relevante e importante com a chegada dos leitores eletrônicos e textos centralizados em rede.
Existe uma macro-tendência em curso da produção de livros mortos para livros-vivos.
Ou seja, ao se ler um livro, por exemplo, na segunda, será diferente de ler o mesmo trabalho na sexta, pois o autor pode ter alterado algo.
E você, inclusive, pode pedir para acompanhar as alterações e até sugerir, ou colocar suas impressões nela.
Os livros passarão a ser centralizados, pois muita gente terá acesso a computadores com conexão o que nos levará a um controle maior do autor, que fará um texto muito mais vivo do que é hoje.
(Obviamente, que esse fenômeno ficará restrito a uma elite, porém é ela que define, infelizmente, os rumos do planeta e isso marcará a civilização, querendo ou não.)
O livro deixa de ser algo fechado e passa a ser aberto, o que tende a influenciar fortemente como pensamos a realidade.
Pois vamos ver o mundo muito mais perto do que de fato ele é: um processo vivo e dinâmico e não parado e estático, como os livros davam a sua impressão.
Um texto só irá estar concluído quando um autor não mais existir, mas mesmo assim teremos os seus seguidores, complementando a obra.
Ok, já é assim hoje com novas edições, mas será muito mais rápido e dinâmico, o que mudará bastante nossa percepção do real.
Seria algo como dizer que as novas edições serão revisadas muito mais rapidamente com o controle e a participação muito mais efetiva dos leitores, pois haverá a concentração dos comentários sobre o livro em um dado lugar.
Este é um dos (talvez o maior), a meu ver, impacto que teremos ao distribuir os livros eletrônicos, a passagem de uma percepção de uma realidade sólida para algo mais líquido, mais compatível com um mundo inovador e mais lotado que estamos.
Bem-vindo ao mundo do livro vivo!
Que dizes?
Publicado originalmente em http://nepo.com.br/2011/06/29/bem-vindo-ao-mundo-do-livro-vivo/
Ubuntu...sou quem sou porque somos todos nós
Nestes dias estávamos conversando sobre como nos esquecemos de que não somo independentes das outras pessoas. Erroneamente somos levados a acreditar que existimos de maneira isolada, com nossos vícios, nossas vontades e nossa intolerância. Aliás, o comportamento tem sido cada vez mais um reflexo desta forma egoísta de ser. As crianças estão rodeadas de coisas que seus pais compram, com a pretenção de preencher o vazio que sua ausência traz a elas. Nós mesmos nos cercamos de objetos e compramos sem freio, no afâ de sentir "a" satisfação. Nesta atitude, nos fechamos à possibilidade de enxergar o outro como aliado. Na verdade o outro agora é uma ameaça. Então, competimos por tudo: comida, sexo, beleza, bens...não tem fim.
Mas nem todas as sociedades se renderam à distópica forma consumista de existir no mundo. Ainda podemos aprender com as crianças. Dê uma olhada neste link e depois me conta.
Paz e Luz, UBUNTU p/vcs.
https://www.facebook.com/notes/nilton-bahlis-dos-santos/ubuntusou-quem-sou-porque-somos-todos-n%C3%B3s/181651081894089
Mas nem todas as sociedades se renderam à distópica forma consumista de existir no mundo. Ainda podemos aprender com as crianças. Dê uma olhada neste link e depois me conta.
Paz e Luz, UBUNTU p/vcs.
https://www.facebook.com/notes/nilton-bahlis-dos-santos/ubuntusou-quem-sou-porque-somos-todos-n%C3%B3s/181651081894089
terça-feira, 28 de junho de 2011
casamento budista
Hoje comecei a buscar detalhes para ums simples cerimônia religiosa de casamento.
Como seguimos os passos da filosofia budista, nada mais natural do que "um casamento budista", né?
Daí parei neste blog que dá uma pincelada no que podemos esperar p/ este evento.
http://gianeeventos.blogspot.com/2010/05/casamento-budista.html
Quem quiser dar uma dica, fique à vontade...a casa é sua.
bjks
Como seguimos os passos da filosofia budista, nada mais natural do que "um casamento budista", né?
Daí parei neste blog que dá uma pincelada no que podemos esperar p/ este evento.
http://gianeeventos.blogspot.com/2010/05/casamento-budista.html
Quem quiser dar uma dica, fique à vontade...a casa é sua.
bjks
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Vida Nova Casa Nova começa agora
Já que toda jornada começa com um primeiro passo, não poderia deixar de expor esta nova fase das nossas vidas.
Vida Nova Casa Nova é uma iniciativa nascida pelo desejo de aprimorar nossos conhecimentos no uso das ferramentas web 2.0 e também de servir como um diário para os passos que nós dois, João e eu, nos propusemos a experimentar, ou seja, ser felizes juntos.
Aqui vamos postar nossa experiência na reforma do nosso cantinho, nossos pets, nosso trabalho com os animais e com as pessoas, nossas aventuras pelas trilhas ecológicas, nossas reuniões familiares e nossos amigos. Sejam todos bem-vindos ao nosso lar. Sejam todos bem-vindos à Vida Nova, Casa Nova.
Vida Nova Casa Nova é uma iniciativa nascida pelo desejo de aprimorar nossos conhecimentos no uso das ferramentas web 2.0 e também de servir como um diário para os passos que nós dois, João e eu, nos propusemos a experimentar, ou seja, ser felizes juntos.
Aqui vamos postar nossa experiência na reforma do nosso cantinho, nossos pets, nosso trabalho com os animais e com as pessoas, nossas aventuras pelas trilhas ecológicas, nossas reuniões familiares e nossos amigos. Sejam todos bem-vindos ao nosso lar. Sejam todos bem-vindos à Vida Nova, Casa Nova.
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